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1ª Feira Brasileira do Nióbio aconteceu em Campinas/SP

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1ª Feira Brasileira do Nióbio aconteceu em Campinas/SP

A 1ª Feira Brasileira do Nióbio apresentou produtos já desenvolvidos pelas empresas em conjunto com a academia, voltados para a aplicação do mineral com intuito de contribuir com o posicionamento do Brasil no cenário mundial como referência voltada à produção, caracterização e aplicação do nióbio.

O presidente da República Jair Bolsonaro participou, na sexta-feira (08), da abertura da 1ª Feira Brasileira do Nióbio e da inauguração de novas instalações do CNPEM/MCTI, em Campinas/SP. A cerimônia, prevista para às 15h15, aconteceu no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social vinculada ao MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Participam o ministro do MCTI, astronauta Marcos Pontes, o ministro da Educação (MEC), Milton Ribeiro, e outras autoridades.

Serão inauguradas 5 novas linhas de luz no Sirius, o acelerador de partículas brasileiro de última geração do CNPEM/MCTI que gera luz síncrotron. O Sirius passará a contar com 6 estações de pesquisa, todas inauguradas nos últimos 2 anos, que vão contribuir com pesquisas de ponta em diversas áreas do conhecimento. Durante o evento, também serão entregues novas instalações do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) que integra o CNPEM/MCTI, e que serão dedicadas à pesquisa de nanodispositivos e nanossistemas que possibilitam desenvolvimento nas áreas da saúde, meio ambiente, agricultura e energia.

O presidente Bolsonaro, destacou a importância de se ter um ministro técnico à frente da pasta de ciência, tecnologia e inovações do país. “Por que estamos aqui? Por causa do Marcos Pontes. Se compararem o perfil dos meus ministros com os de presidentes e governo anteriores vão ver a brutal diferença. Os últimos ministros de ciência e tecnologia teriam condições de falar qualquer coisa dessa área aqui? A não ser que tivesse lendo”, lembrou o presidente. Durante visita aos estandes da Feira Nacional do Nióbio, Jair Bolsonaro falou da importância de investir no mineral. “Isso que o governo está investindo agora, o nióbio, é o futuro. O Brasil não pode mais ficar apenas sendo um país dependente de commodities”.

O ministro do MCTI, Marcos Pontes, reforçou a importância do investimento na ciência e tecnologia no país. “A ciência e tecnologia está no nosso dia e é bom lembrar que todos os países, sem nenhuma exceção, que hoje são desenvolvidos eles são desenvolvidos porque eles investem em ciência e tecnologia de forma estável há décadas”.

Com o Ministério da Educação, o CNPEM/MCTI inaugura a Ilum, Escola de Ciência. O projeto, financiado pelo MEC, amplia a atuação do centro na área de educação. O curso de graduação, com três anos de duração em período integral com imersão nas práticas de pesquisa dos diversos laboratórios de referência nacional do CNPEM/MCTI, é gratuito e pelo menos 50% das vagas serão destinadas a estudantes vindos das escolas públicas.

O nióbio é um mineral difícil de ser encontrado no mundo, mas abundante no Brasil que é responsável por 95% das reservas no planeta. O mineral é utilizado para a composição de ligas metálicas e permite um material mais maleável e resistente ao calor e ao desgaste além de ser um excelente condutor de energia. A Feira Nacional do Nióbio tem como objetivo apresentar para a comunidade internacional as diversas aplicações do mineral fomentando o uso do nióbio em diversos setores da indústria mundial.

Durante o evento foram assinados acordo de colaboração que vão permitir ao CNPEM/MCTI o desenvolvimento em áreas estratégicas para a pesquisa e para o Brasil. O primeiro acordo de colaboração técnica foi assinado com a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que é líder mundial na produção e fornecimento de produtos do nióbio. O acordo vai permitir acelerar o desenvolvimento de tecnologias em supercondutividade. “Estamos muito motivados com esse trabalho conjunto que visa o fomento da pesquisa e do desenvolvimento de toda cadeia de produção para materiais supercondutores com a aplicação de nióbio, um mercado promissor não só para o Brasil, mas para todo o mundo”, falou o vice-presidente da CBMM, Ricardo Lima.

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações

Foto: Divulgação

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