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Caminhoneiro morto por suspeita de Coronavírus deve ser cremado longe da família

caminhoneiro morre com suspeita de coronavírus

Caminhoneiro morto por suspeita de Coronavírus deve ser cremado longe da família

O caminhoneiro que morreu neste sábado, 21, no Hospital Regional de Porto Nacional, é Anselmo Muller, de 55 anos, que morava na cidade de Jacutinga, no estado do Rio Grande do Sul. Ele estava na cidade de Silvanópolis, distante 124 km de Palmas, há cerca de um mês para trabalhar em uma fazenda local durante a safra.

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De acordo com familiares que entraram em contato com o Jornal do Tocantins, ele teria passado mal na última quinta-feira, 19, com sintomas de gripe, e foi medicado para essa doença. No sábado, como apresentou piora em seu quadro, procurou novamente a unidade de saúde de Silvanópolis.

Como sofria de diabetes, conforme apurado pela reportagem, o caminhoneiro apresentou um quandro de insuficiência respiratória e suspeita de infecção pelo novo coronavírus por volta das 22h30 após ser remanejado de Silvanópolis para Porto, mas não resistiu.

Conforme um sobrinho do motorista, que preferiu não se identificar, seu corpo deverá ser cremado, e a família não poderá estar presente para se despedir, diante de todas as orientações atuais acerca da prevenção da Covid-19. Ele informou ainda que um primo de Muller está na cidade e deverá realizar da liberação do corpo, entretanto, com as orientações de reclução, ainda não se sabe quando a cremação irá ocorrer.

Uma nota que será divulgada pelos familiares diz que “os atos de sepultamento estão ocorrendo no Estado do Tocantins”. Muller deixa esposa, três filhos e um neto.

Mais detalhes sobre possível primeira morte por coronavírus no Tocantins ainda não foram repassadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O material da vítima foi coletado para investigar  se a morte é decorrente da Covid-19.

A SES informou que em caso de óbito, os pacientes com suspeita ou confirmação de Covid-19 seguem protocolos estabelecidos pela Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. As orientações funerárias do órgão recomendam, mas não obrigam, a cremação, ficando a decisão à critério de familiares. Entretanto, no caso da morte do caminhoneiro, a família autorizou a cremação.

A pasta explicou ainda que Muller se apresentou apenas na manhã deste último sábado, 21, na unidade hospitalar de Silvanópolis, mesmo se sentindo mal há alguns dias, e que todos os protocolos foram seguidos, tanto por parte da unidade de Silvanópolis, quanto por parte da unidade de Porto Nacional, que recebeu o paciente apenas na tarde do sábado, por volta das 15 horas.

 

Fonte: O Popular

Foto: Divulgação

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