HomeAgronegócioConab realizará leilão de frete para transporte de 30 mil de toneladas de milho

Conab realizará leilão de frete para transporte de 30 mil de toneladas de milho

Conab realizará leilão de frete para transporte de 30 mil de toneladas de milho

Conab realizará leilão de frete para transporte de 30 mil de toneladas de milho

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará, na próxima segunda-feira, 20, um leilão para contratar serviço de frete para transporte e remoção de 30,2 mil toneladas de milho em grãos. O produto está vinculado aos estoques de Contrato de Opção.

Esta operação visa manter o abastecimento do Programa de Vendas em Balcão (ProVB), de forma a atender pequenos criadores de animais que participam do programa.

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O milho será removido de estoques localizados nos municípios de Sorriso e Vera, em Mato Grosso, e tem como frete de destino os estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do
Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Podem participar do pregão empresas que comprovem que sua atividade econômica principal é compatível com o serviço a ser realizado. Para isso elas precisam estar obrigatoriamente incluídas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF), entre outras exigências que estão detalhadas no edital.

EUA confirmam maior venda de milho à China

A venda de 1,7 milhão toneladas de milho e 129 mil toneladas de soja da safra 20/21 dos EUA para a China nesta terça, 14, foi o maior volume de compra diária de milho entre os dois países dos últimos vinte e seis anos segundo o USDA.

De acordo com consultorias chinesas, com a chegada destes embarques de grãos à China, os estoques de soja já alcançam 5,63 milhões de toneladas nas regiões costeiras e são pelo menos 30% maiores que no mesmo período do ano passado.

Para o José Carlos Hausknecht, sócio-diretor da MB Agro, o volume não é comum, principalmente pelo o momento que o mundo vive.

“A China não é um grande importador de milho. É o segundo maior produtor de mundo de milho do mundo, e importava antes da pandemia e da peste suína, em torno de 4 ou 5 milhões de toneladas por ano. Isso espanta um pouco, porque é uma importação perto do que ela importa normalmente e é significativa. Para o Brasil, não tem um grande efeito, pois teremos que acompanhar se ela continua a importar grandes volumes a partir de agora”, disse.

 

Fonte: Canal Rural

Foto: Divulgação

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