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DNIT instala passagens de fauna no Pantanal sul-mato-grossense

DNIT instala passagens de fauna no Pantanal sul-mato-grossense

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realiza a instalação de cercas condutoras e passagens superiores de fauna na BR-262/MS, em Mato Grosso do Sul. No total, a Autarquia colocará mais de 15 quilômetros de cercas, em oito pontos distintos da rodovia federal, e duas passagens superiores de fauna.

A medida faz parte do cumprimento de condicionantes ambientais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), devidamente aprovadas, após estudos realizados pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), e visam diminuir o número de atropelamento de animais silvestres na rodovia, no trecho entre os municípios de Anastácio e Corumbá, na região do Pantanal sul-mato-grossense.

O DNIT é referência nacional no planejamento e execução de ações para evitar, reduzir ou compensar os impactos negativos de seus empreendimentos. A Autarquia segue os procedimentos exigidos pela legislação ambiental e busca o desenvolvimento nacional, conciliando a infraestrutura logística com a responsabilidade socioambiental. 

Durante a elaboração dos projetos de infraestrutura, o DNIT realiza levantamentos e monitoramentos para identificar quantos e quais animais vivem nas regiões onde os empreendimentos e passagens serão implantados. 

Além de possibilitar o conhecimento da biodiversidade local, esses levantamentos identificam as espécies animais que podem ser utilizadas como bioindicadoras de qualidade ambiental. 

Equipes de biólogos e veterinários acompanham as frentes de obra para afugentar os animais silvestres do local, remover os que possam não ter se retirado e resgatar os feridos para tratamento e correta destinação.

Para reduzir os atropelamentos de animais, a Autarquia identifica os pontos críticos e instala sinalização, redutores de velocidade e passagens de fauna, que além de prevenir a morte direta de indivíduos, colaboram para manutenção da conectividade dos habitats. 

 

Fonte: DNIT

Foto: Divulgação/DNIT

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