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Documento Eletrônico de Transporte recebe apoio do setor produtivo

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Documento Eletrônico de Transporte recebe apoio do setor produtivo

Instituído pela Medida Provisória 1.051/2021, o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) recebeu nesta quarta-feira (9) uma nota de apoio da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio (CTLog), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A Câmara tem como função identificar problemas na cadeia produtiva e encaminhar propostas de soluções ao Governo Federal.

A decisão da CTLog de formalizar apoio ao Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) ocorreu após o detalhamento do projeto pelo secretário-executivo do MInfra, Marcelo Sampaio, e pela diretora de Programa da Secretaria Executiva da pasta, Mariana Pescatori. Na avaliação de Sampaio, ao simplificar, reduzir a burocracia e unificar documentos obrigatórios ao transporte de cargas no país, em todos os modais, a plataforma tecnológica será o maior legado do atual governo ao setor.

“O DT-e tem o potencial de reduzir significativamente o preço do frete no país, de aproximar embarcadores e caminhoneiros, de diminuir o percentual que hoje fica com intermediários. Quem paga o frete pagará menos; quem recebe por ele receberá mais. Com isso, aumentaremos a eficiência e a competitividade do setor, com mais transparência”, afirmou o secretário-executivo.

Em tramitação na Câmara dos Deputados, a MP 1.051/2021 é relatada pelo deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), que já discute o tema com o MInfra e com todo o setor produtivo. “A diretriz do ministro Tarcísio Gomes de Freitas é implementar o DT-e com a maior brevidade possível. Por isso o presidente Bolsonaro entendeu por bem encaminhar uma MP, e precisamos de apoio também para aprová-la. Isso dará o suporte e a musculatura necessários a essa agenda”, acrescentou Sampaio.

“O Documento de Transporte Eletrônico (DT-e) vai garantir que quem paga pelo frete, pague menos, e quem recebe por ele, receba mais. Ele vai reunir informações do transporte de cargas em território nacional por todos os modais, simplificar a vida do transportador e reduzir custos logísticos. Menos burocracia, mais produtividade e eficiência na fiscalização. O DT-e, sem dúvida, será uma verdadeira revolução no transporte de cargas do país. Vamos em frente!” divulgou Sampaio em sua rede social.

Segundo Mariana Pescatori, a implantação do DT-e começa em julho, em algumas rotas e apenas com cargas de granéis vegetais. “O DT-e não será implantado do dia para a noite. Por isso nos reunimos, participamos de fóruns com os diversos segmentos e órgãos envolvidos, encaminhamos tira dúvidas para caminhoneiros e pessoas jurídicas”, destacou a diretora.

Criar o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) será um dos principais legados que o Governo Federal, em parceria com o poder Legislativo, deixará ao setor de transporte rodoviário de cargas. A avaliação é do secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, ao participar virtualmente do 20º Seminário do Transporte Rodoviário de Cargas, evento promovido pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.

“Talvez seja o maior legado que nós vamos deixar junto com o poder legislativo e poder executivo no que tange a simplificação do setor de transporte rodoviário de carga e redução de custos”, afirmou Marcelo Sampaio. O documento dará maior suporte à fiscalização e será o principal instrumento de monitoramento das operações de transportes.

 

Fonte: MInfra

Foto: Divulgação

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