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Homem tenta fraudar prova de CNH na sede do Detran

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Homem tenta fraudar prova de CNH na sede do Detran

Um homem de 35 anos foi preso, na manhã desta quinta-feira (25), ao tentar fraudar a prova teórica para candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na sede do Detran-MG, no Bairro Boa Viagem. Geraldo Magela Damião foi flagrado com um ponto eletrônico no ouvido e uma câmera escondida no peito, enquanto fazia a prova no computador.

De acordo com a delegada Rosângela de Souza Pereira Tulher, o que mais chamou atenção na ocasião foi a coragem do homem em tentar fraudar a prova na própria sede do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). “Achamos isso uma ousadia. Quem aplica prova são policiais, eles são preparados para identificar isso”, conta.

Segundo a investigadora, enquanto fazia a prova, Geraldo Damião se comunicava com uma segunda pessoa por meio do ponto eletrônico no ouvido. A câmera pregada no peito do homem permitia que essa pessoa tivesse contato com as perguntas da prova e passasse as respostas diretamente ao candidato.

No entanto, o homem estaria muito nervoso no momento em que fazia a prova, o que gerou desconfiança dos aplicadores. Ao abordarem Geraldo, os agentes confirmaram a suspeita e o detiveram.

Em depoimento aos policiais, o homem confessou ter tentado fraudar a prova. Segundo ele, do outro lado do ponto estava um homem identificado como Jordan, que teria recebido R$ 1 mil para participar do esquema.

No entanto, a delegada à frente do caso informou que não é possível ter certeza de que o outro suspeito realmente se chama Jordan. “Isso só as investigações vão dizer”, explicou.

Por volta das 13h, o homem ainda estava detido na sede do Detran, na Avenida João Pinheiro, no Bairro Boa Viagem. A previsão é de que ele seja levado para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Gameleira.

De acordo com a delegada, ele foi autuado por falsificação de documento, “já que a CNH equivale a qualquer outro documento público.” Caso seja condenado, o homem pode pegar de 2 a 8 anos de reclusão. Apesar da prisão e tumulto gerado, a prova continuou sendo feita pelos outros participantes.

 

Fonte: Estado de Minas

Foto: Divulgação/Polícia Civil

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